O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou em março de 2026 a criação da Federação União Progressista, aliança entre o Progressistas (PP) e o União Brasil. A nova federação passa a operar como a maior força parlamentar do Congresso Nacional, reunindo 109 deputados federais e 15 senadores.
O que é uma federação partidária?
Federações partidárias foram regulamentadas pela Lei nº 14.208/2021. Diferente de coligações, as federações obrigam os partidos a atuarem de forma unificada em todo o território nacional durante pelo menos quatro anos. Na prática, os partidos federados funcionam como uma única bancada no Congresso, apresentam candidaturas conjuntas e compartilham tempo de propaganda eleitoral.
O que muda no Distrito Federal?
Para o DF, a federação entre PP e União Brasil fortalece o campo político de centro-direita. O Progressistas, presidido no Distrito Federal pela Governadora Celina Leão, passa a contar com uma estrutura ainda mais robusta para articular candidaturas e políticas públicas.
A federação permite maior poder de negociação na Câmara Legislativa do DF (CLDF), onde o PP já conta com os deputados distritais Pepa (líder da bancada) e Pastor Daniel de Castro (1º Secretário da Mesa Diretora).
Impacto nas eleições de 2026
Com as eleições de outubro de 2026 se aproximando, a Federação União Progressista deve consolidar candidaturas competitivas no DF para os cargos de governador, deputado federal, deputado distrital e senador. O calendário do TSE estabelece as convenções partidárias até 5 de agosto e o início oficial das campanhas em 16 de agosto.
Números da federação
- 109 deputados federais — maior bancada da Câmara
- 15 senadores — forte presença no Senado
- Liderança: Antonio Rueda (União Brasil) e Ciro Nogueira (Progressistas)
A Federação União Progressista representa uma reconfiguração significativa do cenário político brasileiro e coloca o Progressistas DF em posição estratégica para as próximas eleições.


